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Noites do Louvre

Nesta quarta-feira de chuva fina, o museu parecia ainda mais acolhedor quando recebi Kátia Reis e o casal Thiago Augusto e Camila Campos.

A Arte do Encontro

Como a vida é a arte do encontro, bastaram duas horas para descobrirmos muitas conexões: a vida em São Paulo, viagens aos Estados Unidos, trajetórias profissionais em áreas semelhantes. O que começa como visita muitas vezes se transforma em conversa — e é nesse espaço que o Louvre ganha outra dimensão.

Camila já conhecia o Egito. Isso trouxe ainda mais sentido à nossa passagem pela ala egípcia. A visita deixou de ser explicação e se tornou diálogo. Falamos de memória, de paisagem, de experiências vividas. A história antiga encontrou vivências contemporâneas.

O Louvre muda à Noite

À noite, o Louvre muda:

  • Fica mais silencioso.

  • Mais vazio.

  • Mais íntimo.

Sem pressa, caminhamos pelas salas com o mesmo tempo largo do sorriso da Mona Lisa — há mais de 500 anos acolhendo quem passa. Conversamos também sobre a graça de estar vivos para viver experiências assim. Sobre como a arte nos transforma quando realmente permitimos que ela entre na nossa vida.

A Luz da Pirâmide

Ao final, a Pirâmide já brilhava em dourado. A chuva leve parecia um convite delicado para permanecer ali por mais alguns instantes.


Há visitas que terminam. E há noites que ficam para a história.

 
 
 

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